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Opinión de Laerte Teixeira da Costa sobre disolución de la CLAT y creación de la CSA
El flamante secretario de políticas sociales de la Confederación sindical de trabajadores de las Américas, en un mensaje que tituló “50 millones de amigos”, se refirió al final de la CLAT y al comienzo de la CSA.
Cheguei cedo e sentei-me. Gosto de sentir o local do evento que pessoas anônimas prepararam noite adentro. Simples: filas de cadeiras, a mesa principal e uma grande faixa com a inscrição: “XIII Congresso CLAT, renascemos na unidade. Cidade do Panamá, 26 de março de 2008”.
Muitas centrais sindicais presentes, do Chile ao México. Apesar do uso do verbo renascer, estávamos todos ali para participar e decidir pelo fim de uma entidade. Chegara o dia de dissolver a Central Latino Americana de Trabalhadores.
Como uma organização bem-sucedida, com mais de 50 anos, em pleno funcionamento, com boas reservas financeiras e um enorme patrimônio desaparece? Para entender é preciso olhar à volta e ao sul, sentir a pobreza e a miséria e saber que nós, sindicalistas, devemos mudar.
Nos últimos 200 anos de sindicalismo, os sindicatos mudaram pouco. A economia, as relações de trabalho e a concepção de sociedade mudaram mais. Mudaram tanto que os sindicatos, à exceção das tarefas pontuais, se perderam numa retórica ultrapassada. Há a percepção de que devemos renovar as formas de luta, os modelos reivindicativos, discutir, participar e influenciar mais, muito mais.
Já na segunda metade do século passado, depois de insistentes luzes de advertência, alguns dirigentes começaram a remover as rotineiras causas das inexplicáveis divisões enfraquecedoras. O pluralismo contribuiu muito para instalar um clima de tolerância entre os diversos grupos ideológicos, partidários, religiosos e culturais.
Estamos dando um passo ainda tímido, que não alcança a todos, mas alcança o suficiente. A CLAT nasceu em plena Guerra Fria, por si mesma uma grande polarização dual. Antes, a ORIT já estava em funcionamento. A competição foi inevitável e houve dispersão de energia.
Por mais de 50 anos, ORIT e CLAT colocaram-se nos extremos de um mesmo palco. Menos mal que seus dirigentes tenham tido o insight da unidade. Antes, na Europa, havia sido dada a partida para um novo tempo: as duas maiores organizações sindicais do mundo (CIOSL e CMT) uniram-se e criaram a Confederação Sindical Internacional (CSI).
Não será triste a dissolução da qual vou participar. A Organização Regional Interamericana de Trabalhadores está reunida no salão ao lado e com a mesma finalidade: dissolver-se. Ambos os congressos estão carregados de emoção e os discursos, alguns, nostálgicos.
Pensemos à frente e vejamos o futuro. Há razão no uso do verbo renascer. Repetimos o princípio da vida: de duas fortalezas vai surgir a maior central sindical continental de todos os tempos, a gigantesca Central Sindical dos Trabalhadores das Américas (CSA).
Lembrando o cantor brasileiro, Roberto Carlos, agora teremos 50 milhões de amigos que vão do Alasca à Terra do Fogo. Não haverá palmo de terra nas Américas em que não esteja fincada a bandeira da CSA. O futuro, vamos agora construí-lo juntos. Basta de divisões e mãos à obra. Afinal, somos trabalhadores!

Fuente: UGT Press
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